Categoria ‘Antropologia marítima e pesqueira’ Antropologia

20
Nov

I Encontro de Antropologia das Populações Costeiras e Saberes Tradicionais

Convidamos a todos para o I Encontro de Antropologia das Populações Costeiras e Saberes Tradicionais e lançamento do livro “Águas da Coréia: uma viagem ao centro do mundo numa perspectiva etnooceanográfica”, a ser realizado nos dias 29 e 30/11/2012 na FURG. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no dia do evento.

Enviado pelo Prof. Dr. Gianpaolo Adomilli
Coordenador do NECO/FURG
www.necofurg.wordpress.com

9
Sep

Lançamento do livro “Águas da Coréia: uma viagem ao centro do mundo numa perspectiva etnooceanográfica”.

Será no dia 23 de novembro, sexta-feira, as 19hs no NUPAUB/USP
Rua do Anfiteatro 181, Colméia – Favo 6 – Cidade Universitária
CEP: 05508-060 – São Paulo/SP – Brasil

O livro “Aguas da Coreia”: uma viagem ao centro do mundo numa perspectiva etnooceanográfia” é uma das poucas publicações em Oceanografia Humana ou Social do Brasil e, com certeza, o primeiro livro de etnooceanografia do planeta. Em outros países algumas universidades, como a Universidade de Toronto, a Universidade de Puged Sound e a Universidade de Washington, só para citar algumas, tem fomentado o diálogo das áreas clássicas da Oceanografia com as Humanidades, sobretudo com a sociologia e a história da ciência, embora ainda aquém do necessário. No Brasil, este esforço de diálogo entre as humanidades e a oceanografia ainda tem se restringido apenas ao curso de oceanografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e às disciplinas esparsas oferecidas na grade curricular de alguns outros cursos de oceanografia. Deste modo, “Águas da Coréia…”, com sua proposta de diálogo entre a etnografia e a oceanografia, coloca o Brasil na vanguarda do desenvolvimento da Oceanografia Humana ou Social. Dentro desta proposta, são descritas no livro a tomada de decisões de uma das comunidades de pesca tradicionais do estuário da Lagoa dos Patos, a comunidade da Coréia, ao se inserir adaptativamente em cenários ecológicos percebidos. Estes cenários ecológicos são construídos cognitivamente pelos pescadores com base no seu conhecimento ecológico tradicional de ventos, de correntes estuarinas, da lua e de ciclo migratório de recursos pesqueiros, no seu calendário tradicional e nas suas relações sociais comunitárias. Por fim, a partir das tomadas de decisão dos pescadores da referida comunidade com base no conhecimento ecológico tradicional, emerge o fluído território tradicional de pesca. Com os resultados e a discussão trazidos pelo livro, subentende-se que a política de manejo de recursos pesqueiros através da formulação autoritária de períodos de defeso contraria o decreto 6040 de 2007, em que o governo brasileiro reconhece o direito ao território de populações tradicionais (entre elas os pescadores artesanais), e o artigo 8J da Convenção Internacional sobre Biodiversidade (CDB) de 1992, onde o Brasil ratificou o reconhecimento e a proteção do conhecimento tradicional de populações tradicionais, porque, segundo a perspectiva trazida pelo livro, o território é conhecimento e o tempo, que também é conhecimento, é uma das dimensões do território tradicional.

Por: Gustavo Moura

22
May

UFRPE realiza seminário sobre transversalidade de gênero na pesca e aquicultura em Brasília

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) promoveu, no último dia 17 de maio, em Brasília, na sede do Ministério da Pesca e Aquicultura, o II Seminário Institucional do projeto  Ação para consolidar a transversalidade de gênero nas políticas públicas para pesca e aquicultura do MPA. Na ocasião, a professora Maria do Rosário, coordenadora do projeto, lança o livro Gênero e pesca artesanal, fruto das ações de pesquisa do projeto.
Durante o evento, foram discutidos os resultados do projeto, por meio do qual foram analisados aspectos ligados à saúde, ao trabalho e à alimentação de pescadoras artesanais de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Pará e Santa Catarina. Foram entrevistadas 72 mulheres, e o diagnóstico, entre outros achados, revela a falta de informação sobre os direitos trabalhistas, e as sequelas das más condições de trabalho.
Na abertura, estiveram presentes  o ministro em exercício do MPA, Átila Maia da Rocha; o coordenador geral de Planejamento e Ordenamento da Pesca Artesanal Continental – CGPAC/ MPA, Sergio Mattos;  a coordenadora do evento e professora da UFRPE, Maria do Rosário de Fátima Andrade Leitão; a representante do Ministério do Trabalho, IDT-SINE, Fortaleza-PE, Julia Torres Colares; a representante do CNPq, Mariomar Teixeira; e as representantes das colônias de pescadoras Joana Mousinho e Natercia Mignac.
A coordenadora, professora Rosário Andrade (UFRPE), socializou informações sobre o projeto e a dinâmica do evento, ocasião em que também lançou o livro Gênero e Pesca Artesanal, uma síntese do processo de interlocução entre pesquisadores, pescadoras/es, movimentos sociais e poderes públicos sobre políticas públicas para mulheres na pesca artesanal, a partir de três eixos de reflexão: trabalho; saúde; alimentação.
Confira as fotos do evento abaixo.
http://www.ufrpe.br/noticia_ver.php?idConteudo=10891

Mª do Rosário de Fátima Andrade Leitão
Profa. Dra / DECISO-UFRPE
(81) 9998-1925 / (81) 3320-6587

Enviado pelo prof. Dr. Rogério Rosa
Curso de Antropologia UFPel
Coordenador do NETA – Núcleo de Etnologia Ameríndia

3
Apr

V SIMCOPE – Simpósio de Controle de Qualidade do Pescado

simcope

Uma rede de conhecimento, atualizações e oportunidades
19 a 21 de junho de 2012 – Santos-SP
www.simcope.com.br

O encontro desse ano acontecerá em Santos-SP, no período de 19 a 21 de junho de 2012.

A quinta edição do SIMCOPE abordará aspectos relacionados à disponibilidade, acesso e inocuidade do pescado bem como seu aproveitamento integral.

Durante os três dias de evento estão previstas palestras e discussões relacionadas a três Eixos Temáticos:
– Inovação Tecnológica;
– Segurança Alimentar;
– Políticas Públicas.

Confirmando a sua vocação para fomentar debates profundos e amplos, durante o V SIMCOPE ocorrerão eventos paralelos, tais como:

“IV Encontro de Tecnólogos de Pescado” voltado aos profissionais das diversas áreas envolvidas em ciência e tecnologia do pescado, este evento subsidiará discussões visando dar continuidade a busca de ferramentas que organizem este segmento;

“II Workshop Empresarial” – atenderá a demanda de informações referentes à pacotes tecnológicos para industria, abordando aspectos da produção, segurança alimentar, viabilidade econômica e linhas de financiamento para investimento em pesquisa.

“I Encontro da Pesquisa, Inspeção, Vigilantes Sanitários e Extensão” nesta primeira edição o encontro buscará discutir com os principais atores, a padronização de procedimentos na utilização do pescado na alimentação escolar, abordando aspectos sanitários, segurança de consumo e logísticos.

“I Encontro da Rede QUALIPESCADO” – A Rede Qualipescado faz parte de um projeto do Instituto de Pesca iniciado em 2009 com algumas instituições de pesquisa que atuam na área de qualidade do pescado. Tem como objetivos, estudar a validação de métodos analíticos tradicionalmente utilizados no controle da qualidade do pescado, bem como a uniformização das metodologias utilizadas comumente na pesquisa.

Minicursos:
Mini-curso A: Procedimentos para a detecção de parasitas zoonóticos do pescado.
Mini-curso B: Treinamento em Quality Index Method – QIM
Mini-curso C: Curtimento de pele de pescado.

“Oficina Gastronômica”- apresentação de pratos elaborados com carne mecanicamente separada – CMS de pescado, em Concurso Gastronômico da UNISANTOS.

A Comissão Organizadora, se sentirá muito honrada com sua participação e contribuição ao V SIMCOPE – SIMPÓSIO DE CONTROLE DE PESCADO.

Comissão Organizadora do V SIMCOPE:
Instituto de Pesca – Santos

Datas Importantes:
16/01/2012 a 02/04/2012 – Inscrições com Desconto
16/01/2012 a 10/05/20112- Submissão de Trabalhos
19 a 21/06/2012 – V SIMCOPE

Mais informações e inscrições on-line: www.simcope.com.br

8
Mar

GT-22: SOCIOANTROPOLOGIA MARÍTIMA E PESQUEIRA NO NORTE E NORDESTE

Envio de resumos até 16/3/2012 pelo site http://www.sistemasmart.com.br/ciso2012/

Nas últimas décadas, houve um expressivo aumento de estudos acadêmicos sobre o universo da pesca artesanal no Brasil, abordando temáticas diversas e elaborando, para isso, novas teorias e metodologias, seja na área da socioantropologia marítima e pesqueira, seja em outros campos de conhecimento (etnobiologia, geografia, ecologia humana, economia, história, etc.), que alimentaram também o debate da socioantropologia marítima e pesqueira.

Nesse sentido, o objetivo do presente GT é, por um lado, permitir o encontro, debate e discussão sobre as diversas expressões societárias de diálogos humanos com os recursos naturais aquáticos (ribeirinhos, marinhos, estuarinos, lagos, lagoas, açudes, etc.), a partir das plurais formas de apropriações realizadas por pescadores e pescadoras artesanais, ações de resistências populares em defesa de seus territórios e os impactos e processos socioambientais que afetam tal população, como as atividades de lazer e turismo, políticas públicas, expansão de empreendimentos privados (aquicultura) e/ou estatais (portos e hidroelétricas), por exemplo; e, por outro lado, visa também promover e incentivar o diálogo e a interação entre diferentes campos do conhecimento, permitindo, assim, tratar problemas multidimensionais de forma interdisciplinar, embora seja conferindo maior ênfase aos temas ligados à socioantropologia marítima e pesqueira sem negar o acolhimento de pesquisas de outras áreas do saber.

Justificativa: Recentemente, novas categorias científicas e políticas emergiram com vistas a dar conta desses novos contextos de apropriações, conflitos e dinâmicas societárias.  Sendo assim, a nossa proposta centra-se na possibilidade de discutir as implicações das novas categorias, pensando-as em relação às diversas populações pesqueiras tradicionais (litorâneas e ribeirinhas), seus critérios patrimoniais de sustentabilidade, formas múltiplas de trabalho e os impactos sobre seus complexos culturais e processos societários.

Cristiano Wellington Noberto Ramalho
Professor de Sociologia – Adjunto I
Departamento de Ciências Sociais (DCS)
Grupo de Estudos Mares, Ambientes e Ruralidades (GEMARES)
Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Antropologia (NPPA)

Universidade Federal de Sergipe (UFS)
Fone: (79) 2105.6750 – DCS/UFS

9
Feb

V SIMCOPE – Simpósio de Controle de Qualidade do Pescado

Uma rede de conhecimento, atualizações e oportunidades
19 a 21 de junho de 2012 – Santos-SP

O encontro desse ano acontecerá em Santos-SP, no período de 19 a 21 de junho de 2012.

A quinta edição do SIMCOPE abordará aspectos relacionados à disponibilidade, acesso e inocuidade do pescado bem como seu aproveitamento integral.

Durante os três dias de evento estão previstas palestras e discussões relacionadas a três Eixos Temáticos:
– Inovação Tecnológica;
– Segurança Alimentar;
– Políticas Públicas.

Confirmando a sua vocação para fomentar debates profundos e amplos, durante o V SIMCOPE ocorrerão eventos paralelos, tais como:

“IV Encontro de Tecnólogos de Pescado” voltado aos profissionais das diversas áreas envolvidas em ciência e tecnologia do pescado, este evento subsidiará discussões visando dar continuidade a busca de ferramentas que organizem este segmento;

“II Workshop Empresarial” – atenderá a demanda de informações referentes à pacotes tecnológicos para industria, abordando aspectos da produção, segurança alimentar, viabilidade econômica e linhas de financiamento para investimento em pesquisa.

“I Encontro da Pesquisa, Inspeção, Vigilantes Sanitários e Extensão” nesta primeira edição o encontro buscará discutir com os principais atores, a padronização de procedimentos na utilização do pescado na alimentação escolar, abordando aspectos sanitários, segurança de consumo e logísticos.

“I Encontro da Rede QUALIPESCADO” – A Rede Qualipescado faz parte de um projeto do Instituto de Pesca iniciado em 2009 com algumas instituições de pesquisa que atuam na área de qualidade do pescado. Tem como objetivos, estudar a validação de métodos analíticos tradicionalmente utilizados no controle da qualidade do pescado, bem como a uniformização das metodologias utilizadas comumente na pesquisa.

Minicursos:
Mini-curso A: Procedimentos para a detecção de parasitas e rejeição do pescado.
Mini-curso B: Treinamento em Quality Index Method – QIM
Mini-curso C: Curtimento de pele de pescado.

“Oficina Gastronômica”- apresentação de pratos elaborados com carne mecanicamente separada – CMS de pescado, em Concurso Gastronômico da UNISANTOS.

A Comissão Organizadora, se sentirá muito honrada com sua participação e contribuição ao V SIMCOPE – SIMPÓSIO DE CONTROLE DE PESCADO.

Comissão Organizadora do V SIMCOPE
Instituto de Pesca – Santos

Datas Importantes:
16/01/2012 a 02/04/2012 – Inscrições com Desconto
16/01/2012 a 10/05/20112- Submissão de Trabalhos
19 a 21/06/2012 – V SIMCOPE

Mais informações e inscrições on-line: www.simcope.com.br

20
Dec

Saber tradicional e lógica científica beneficiam a pesca

Por Sandra O. Monteiro – sandra.monteiro@usp.br

Pescadores da Coréia na Lagoa dos patos
Cotidiano e tradições são relevantes para pesca e políticas regionais

Na Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, um desacordo entre a forma de exploração de uma comunidade de pescadores e a maneira de pensar a exploração de alguns pesquisadores das ciências naturais impede que políticas públicas para a região sejam efetivas. Isso estimula movimentos socias de desobediência civil contrários a normas estatais firmadas apenas em conceitos “científicos”.

A comunidade em questão está localizada na Ilha dos Marinheiros, segundo distrito da cidade de Rio Grande (RS), na Lagoa dos Patos. O local foi base de um estudo etnográfico desenvolvido pelo oceanógrafo Gustavo Moura, desenvolvido durante seu mestrado no Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental (Procam) da USP. Segundo o pesquisador, as comunidades locais denominam “nosso mar” o pedaço da Lagoa dos Patos em que cada grupo vive e desenvolve sua pesca. “Tal desentendimento impede que políticas públicas para a região sejam efetivas e atuem realmente na conservação dos recursos naturais ou na expansão das liberdades de quem vive da pesca na região”, observa Moura.

A pesquisa foi realizada por meio da vivência (observação de fenômenos naturais e sociais) e de entrevistas com os moradores locais. Para o pesquisador, a ciência por meio de suas metodologias e cálculos não consegue respostas para todos os fatos ou para dar a efetiva precisão a dados sobre fenômenos naturais. E as respostas que a ciência oferece é apenas uma das formas culturais de ver o mundo. A oceanografia clássica, por exemplo, preocupa-se em preservar o ambiente dentro de uma perspectiva exclusiva de análise técnica de um suposto comportamento matemático da natureza. Esquece, no entanto, que nem tudo é exato e exclui, da sua busca por respostas, o diálogo com as ciências humanas e as culturas tradicionais por considerá-las imprecisas. À respeito disto, Moura diz que a ciência oceanográfica não deve ser desconsiderada, mas experiências e valores humanos também são relevantes no estudo de fenômenos naturais e na formulação de políticas públicas.

Oceanografia Humana e Políticas Públicas
A etnoocenagrafia, uma das linhas de pesquisa da Oceanografia Humana, considera as tradições e observações sobre a natureza, que passam de pai para filho, que levam em conta o tempo cíclico da natureza (o vento, a lua e as chuvas, por exemplo). Além disso também observam a forma como cada comunidade interage com o “seu próprio mar” a partir de situações de comércio e em datas religiosas como a Páscoa “em que muitos pescadores não trabalham”, relata o pesquisador.

Pescadores da Coréia na Lagoa dos Patos
Oceanografia e antropologia favorecem conservação de recursos pesqueiros

Uma das questões polêmicas relaciona-se à melhor época para se pescar uma determinada espécie. Tem a ver com o tamanho do camarão-rosa, por exemplo. Nem sempre a melhor época para se pescar é de 01 de fevereiro a 31 de maio, como determina a lei de defesa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama). “Pois a natureza vista pelos pescadores tem uma lógica diferente da lógica científica. Uma espécie atinge o tamanho considerado bom pelos pescadores, frequentemente, numa data diversa da prevista em lei em quase todos os anos, antes ou depois de primeiro de fevereiro”, reflete o Moura.

A troca de informações diárias entre os próprios pescadores é outra situação que alguns pesquisadores e agentes de fiscalização locais não entendem e discriminam pela fato de ocorrerem em festas e bares. Estas trocas de informação tem relação, por exemplo, com a construção das decisões de quando, como e onde pescar dentro do território tradicional de pesca e com um conjunto de relações sociais instituídas pela posse informal de “pedaços de mar”.

Segundo Moura, quando regras tradicionais de uso dos recursos naturais são incorporadas nas políticas públicas, elas podem trazer menores prejuízos ambientais do que se baseadas em pura lógica científica. “Além disso, pode trazer mais liberdade para os pescadores trabalharem, em vez da castração de liberdades como ocorre com a política atual.”

A dissertação Águas da Coréia: pescadores, espaço e tempo na construção de um território de pesca na Lagoa dos Patos (RS) numa perspectiva etnooceanográfica foi orientada pelo professor Antonio Carlos Sant’Ana Diegues. O estudo será publicado na forma de livro pela editora NUPEEA, em 2012. “Águas da Coréia…” será o primeiro livro de etnooceanografia já publicado dentro e fora do Brasil, e uma das poucas publicações disponíveis na área de Oceanografia Humana.

Com informações da Agência Universitária de Notícias (AUN)

Fotos cedidas pelo pesquisador
Mais informações e-mail: gugoreira@gmail.com

Fonte: http://www.usp.br/agen/?p=76546

15
Nov

XVII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE PESCA

O XVII CONBEP será realizado no período de 27 de novembro a 01 de dezembro de 2011, na cidade de Belém. O CONBEP será realizado pela Associação dos Engenheiros de Pesca dos Estados do Pará e Amapá (AEP-PA/AP), Federação das Associações dos Engenheiros de Pesca do Brasil (FAEP-BR), Associação Brasileira de Engenharia de Pesca (ABEP), juntamente com a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Pará e SEBRAE/PA, com os eventos: o I Fórum do Setor Pesqueiro; I Seminario do Caranguejo-Uçá do Pará; o III Encontro de Ostreicultura do Nordeste Paraense e o II Workshop de Cultivo do Pirarucu, em paralelo.

O CONBEP 2011 estará acontecendo no contexto de muitas conquistas e comemorações do Setor Pesqueiro do país: a consolidação do Ministério da Pesca e Aquicultura; os 42 anos da Extensão Pesqueira no Brasil.
A Expo CONBEP: Feira de Aquicultura e Pesca, irá reunir as principais empresas e instituições envolvidas com o tema do evento, proporcionando aos participantes a interação com o setor empresarial pesqueiro, além da exposição dos estandes institucionais que estarão presentes no evento. Faça sua inscrição no site do evento: www.conbep2011.com.br

Enviado por:
Prof. Marcos Antônio Souza dos Santos
Engenheiro Agrônomo; Mestre em Economia
Conselho Editorial da Folha Socioambiental
Instituto Socioambiental e dos Recursos Hídricos – ISARH
Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA
E-mail: marcos.santos@ufra.edu.br