Categoria ‘Antropologia rural’ Antropologia

9
Apr

UFRA na Reforma Agrária

UFRA Reforma agraria

O Programa “UFRA na Reforma Agrária” tem por objetivo conferir visibilidade institucional, continuidade e coordenação às múltiplas ações da UFRA, no ensino, na pesquisa e na extensão, realizadas em áreas de assentamento de reforma agrária, ou relacionadas ao tema de outra forma.

A institucionalização do Programa fortalece a parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), favorecendo a articulação das iniciativas da UFRA com os direcionamentos estratégicos e prioridades definidas pelo órgão.

OBJETIVOS DO EVENTO

–  Destacar a proeminência da questão agrária e dos problemas fundiários na Amazônia contemporânea, sob os aspectos sociais, econômicos, políticos e ambientais.

–  Promover o encontro e o diálogo entre especialistas e representantes dos diversos segmentos atuantes na questão agrária e fundiária no Brasil e no Pará.

–  Expor as diversas ações da UFRA em áreas de assentamento de reforma agrária, buscando integrá-las em torno de um mesmo Programa, de caráter institucional, fundamentado nos referenciais metodológicos do programa de assessoria técnica, social e ambiental do INCRA.

–  Celebrar novo Termo de Cooperação Técnica entre a UFRA e o INCRA, visando apoiar e orientar as ações da UFRA em assentamentos selecionados pelo INCRA.

INFORMAÇÕES AOS AUTORES E APRESENTADORES

Os resultados do I Encontro do Programa UFRA na Reforma Agrária serão registrados na forma de um livro, publicado posteriormente ao Evento. A publicação dos conteúdos apresentados é facultada aos apresentadores. Os apresentadores que desejarem ter suas contribuições incluídas no livro deverão encaminhar os artigos para Cyntia Meireles [ cyntia.meireles@ufra.edu.br ] ou Vania Neu [ vania.neu@ufra.edu.br ], até o dia 05 de maio, impreterivelmente. Acesse aqui as normas para publicação de artigos completos. No caso de textos não originais, será preciso comprovar a anuência do detentor dos direitos autorais, para a reimpressão do texto.

INFORMAÇÕES ESPECIAIS

Alimentação: A UFRA oferecerá almoço, no Restaurante Universitário, para até 50 participantes, beneficiários da reforma agrária.

Alojamento: A UFRA oferecerá alojamento no Ginásio de Esportes, para pernoite entre os dias 12 e 13 de abril. O espaço inclui vestiário e sanitários. Os visitantes deverão trazer colchonetes e roupa de cama.

Transporte: A UFRA proverá transporte em micro-ônibus (30 lugares) saindo de Santa Bárbara (PA “Abril Vermelho”) às 07h00min, do dia 12/04, e retornando após o almoço do dia 13/04.

Acesso ao evento e às facilidades: O acesso ao evento e às instalações da UFRA requer preenchimento da Ficha de Inscrição, disponível neste site. Aqueles que não puderem preencher a ficha “on-line”, deverão fazê-lo diretamente na Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), localizada no Prédio Central.

Para mais informações ou acessar a PROGRAMAÇÃO e a FICHA INSCRIÇÃO:
www.portal.ufra.edu.br/index.php/Ultimas-Noticias/ufra-na-reforma-agraria.html

11
Apr

Livro digital: História das agriculturas no mundo

Autores: Marcel Mazoyer & Laurence Roudart

Este livro constata o doloroso paradoxo de que a maioria das pessoas que tem fome no mundo não é composta de consumidores urbanos compradores de alimento, mas de camponeses produtores e vendedores de produtos agrícolas. Tal pano de fundo dramático acompanha toda a trajetória assumida por essa História das agriculturas no mundo.

Ao longo desse caminho, os quarenta anos de experiência dos autores e quatro anos de pesquisas sobre estudos de historiadores, geógrafos, antropólogos, sociólogos, economistas e agrônomos apontam para o entendimento da história da agricultura desde a pré-história e para a discussão de soluções para combater a fome no mundo.

O livro começa estudando a herança agrária da humanidade, a teoria das transformações históricas e da diferenciação geográfica dos sistemas agrários, a crise agrária e a crise geral do setor. Estuda, em seguida, os elos entre evolução, agricultura e história.

Clique aqui para fazer  o download do livro História das agriculturas no mundo

Enviado pelo Prof. Dr. Rogério Reus
Coordenador do NETA/Núcleo de Etnologia Ameríndia – UFPel.
e pela Profa. Dra. Renata Menasche/ Antropologia UFPel

25
Mar

CONVITE PARA AULA MAGNA DO BACHARELADO EM ANTROPOLOGIA/UFPel

O colegiado do curso de Antropologia tem o prazer de convidar os seus graduandos e demais interessados pela temática rural, para participarem no dia 29 de março de 2011, as 19h30 da aula magna do curso, ministrada pela  Profª Drª Ellen Fensterseifer Woortmann (UnB), onde o tema abordado será: “Práticas Ecológicas Tradicionais – ontem e hoje”, .

A professora Ellen Woortmann, é natural do Rio Grande do Sul, doutorou-se em Antropologia pela Universidade de Brasília, instituição em que viria a exercer as funções de coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia, chefe do Departamento de Antropologia e diretora do Instituto de Ciências Sociais. Atualmente aposentada, coordena o Mestrado em Turismo daquela Universidade, bem como o Grupo de Pesquisa do CNPq “Memória e Patrimônio Alimentar: tradição e modernidade”. A antropóloga Ellen Woortmann apresenta uma longa trajetória de pesquisas e, dela resultante, uma vasta obra, que há muito exerce influência na Antropologia brasileira e nos estudos rurais.

O evento ocorrerá no Auditório da FAUrb – Rua Benjamim Constant, 1359 – Pelotas/RS

Enviado pela Profª Drª Renata Menasche
Bacharelado em Antropologia
Universidade Federal de Pelotas

3
Jan

Trabalho Sociologia e Antropologia Rural – Veterinária UFMG 2010/2

“Esta história se passa por um rio largo, plácido, correndo manso sem destino até Governador Valadares, onde vai buscar o atlântico, sua bacia enorme forma a região do Rio Doce, envolvendo terras de dois Estados. Com uma vasta zona chamada Contestado, devido ao letígio de Minas e Espírito Santos pela posse, não há palmo de campo, só terra de cultura de extraordinária qualidade[…] A Rio/Bahia asfaltada e a ferrovia Vitória/Minas cortam a região ao meio, local onde se instalou a USIMINAS, a usina de Salto Grande e Canqueiros e onde ocorreu e ainda ocorre uma das mais violentas e cruéis lutas pela terra”.

O vídeo é uma produção dos alunos da UFMG é um trabalho de sociologia referente ao primeiro e segundo capitulo do livro “Nas Terras do Rio Sem Dono” de Carlos Olavo da Cunha Pereira. É uma adaptação, e traduz de forma humorada uma problemática vivida por milhares de agricultores brasileiros, homens e mulheres que muitas vezes viajam longe em busca de um lugar para viver e trabalhar, buscando o sustento para si e para sua família, são posseiros que após anos de trabalho e sacrifício, sem nenhuma segurança para as suas terras vêem as mesmas sendo cobiçadas pelos grileiros, indivíduos que sem escrúpulos tentam invadir e pegar de forma violenta as terras dos pequenos agricultores, vem de outras regiões ou de outros Estados apresentando escrituras falsas,  muitos são fazendeiros de muitas propriedades.

Vale a pena assistir esse vídeo!

Por: Cátia Simone da Silva
Discente em Bacharelado de Antropologia Social

29
Dec

A noção de território nas pesquisas sobre desenvolvimento rural e regional – UFRGS

É crescente o interesse dos estudos na área de políticas públicas para o desenvolvimento regional e rural numa abordagem territorial. Multiplicaram-se os artigos, estudos e até surgem Programas de Governo sobre temas relacionados às políticas governamentais adotando a perspectiva (ou simplesmente se apropriando da expressão) territorial. Situação que pode incorrer o risco do termo assumir diferentes conotações e implicações quanto ao processo de desenvolvimento, bem como os interesses dos diversos “atores ou grupos” que se apropriam desta abordagem.

O objetivo desta reflexão é apresentar elementos que contribuam para a construção de uma agenda de pesquisa que ajude a esclarecer o atual debate sobre a questão “territorial” no tocante à problemática do “Desenvolvimento Rural” e das situações que envolvam alternativas de interpretação e/ou implementação de ações ao processo de desenvolvimento. Onde o território surge como categoria para sintetizar, em conjunto coerente de interpretação e gestão, muitos dos elementos que constituem as novas estratégias de desenvolvimento rural. Quando o reconhecimento da importância da integralidade do processo de desenvolvimento, da importância das instituições e do patrimômio cultural, político e histórico das sociedades encontra nos territórios fundamento para construir nova forma de aproximação do desenvolvimento rural.

Leio o artigo na íntegra

19
Nov

Dicas: Da leitura da imagem à leitura da realidade

Sebastiao_Salgado_Sem_titulo
Close” fotográfico de três pés de trabalhadores rurais”.

Na imagem dos pés calçando sandálias de borracha retratados por Sebastião Salgado em seu ensaio “A luta pela terra” e integrante do material educativo arte br, a professora Julmara Goulart Sefstrom, de Forquilhinha (SC), encontrou um ponto de partida para a construção do seu projeto “O Ensino da Arte e a Valorização do Agricultor”. O trabalho foi o vencedor do XI Prêmio Arte na Escola Cidadã na categoria Fundamental II e se mostrou capaz de estabelecer conexões entre a obra do artista e um problema identificado entre os alunos: a falta de identidade com as suas origens rurais.

É uma experiência interessante que a professora Julmara fez com seus alunos, trabalhando com a alteridade ela conseguiu fazer com que eles se identificassem com as suas origens e tivessem orgulho dela, desaparecendo a questão da invisibilidade de antes, ou seja, o não querer pertencer aquele grupo por sentirem vergonha, medo do preconceito ou da discriminação. O trabalho serve como orientação para antropólogos e pesquisadores que trabalham com a temática rural e a professores que lecionam em áreas rurais. Assista o vídeo para conhecer o trabalho e caso queira mais detalhes visite o endereço URL abaixo.

Por: Cátia Simone Silva

Fonte: www.artenaescola.org.br/midiateca2/resultado_detalhe.php?id_publicacao=46

20
Mar

Conama analisa propostas de regras para agricultura familiar

As propostas de caracterização de atividades da agricultura familiar e de povos tradicionais como de interesse social para a produção e a recuperação de áreas de proteção permanente foram discutidas em reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) realizada na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Brasília. Elas poderão integrar uma das quatro resoluções do Conama para o setor ambiental.

Para a diretora de Meio Ambiente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Rosicleia Santos, a caracterização de atividades da agricultura familiar é importante para diferenciar o pequeno e o grande produtor rural. Ela teme que se as duas atividades forem enquadradas sob as mesmas normas, o agricultor familiar será prejudicado.

“O grande foco para nós, da Contag, é que a agricultura familiar seja declarada de interesse social. No campo, acontece muito conflito por causa disso, principalmente por que cada estado trata de uma forma. A gente propõe que essa resolução seja votada, e seja passada adiante na forma como ela já está”, disse.
A reunião também foi a última com a participação do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, como presidente do Conama. Ele aproveitou a ocasião para fazer um balanço de suas atividades no comando do conselho.

“O Conama, na nossa gestão de um ano e nove meses, aprovou 16 resoluções muito importantes, ampliando o rigor nas emissões dos veículos, diminuindo o teor de enxofre no diesel, resolvendo a questão de áreas contaminadas, resolução sobre pneus, pilhas e baterias, manejo florestal, essa importante para a Amazônia”, afirmou.

Fonte: www.fomezero.gov.br/noticias/conama-analisa-propostas-de-regras-para-agricultura-familiar