Categoria ‘Minuano’ Antropologia

6
Oct

NACION MBYA Y EL BICENTENARIO

Posición política sobre el proceso de independencia en América, desde la reivindicación histórica de los héroes indígenas.

El pensamiento o cosmovisión homocentrista, eurocentrista e individualista, cuya principal  usina ha sido, es y seguirá siendo el CRISTIANISMO, que sigue utilizando como su principal arma de alienamiento  la  INQUISICION en Latinoamérica y el PURITANISMO en Norteamérica  se traslada de EUROPA  a nuestro continente,  VIA LOS PROCESOS DE INVASIÓN: española, portuguesa, inglesa, francesa, holandesa. La conquista de nuestros pueblos y el arrasamiento territorial en nombre de los reyes y dios, estructuran el sometimiento a los imperios, especialmente, español, portugués y sobre  todo anglo sajón. Este último, con mayor capacidad tecnológica y bélica, desde una independencia política de su matríz (Inglaterra),  se convertiría en el heredero de todas formas de imperialismo y en  alianza con sus pares europeos se distribuirían  el dominio del planeta. De tal manera, que la dominación continua bajo otras formas, pero bajo la misma lógica.

En INDO LATINOAMERICA, el sometimiento y adoctrinamiento sigue igual. El clero y los colonialistas siguen  ostentando el PODER REAL. Estructurados en Fuerzas Armadas o corporaciones como: partidos políticos, uniones empresarias, sociedades rurales, oligopolios industriales, comerciales y mediáticos, condenando al 70 % de los pueblos y especialmente originarios a la pobreza.

Hoy, la colonización mental, acepta como fenómeno “natural” la lógica norteamericana  como el hecho cultural del mundo, basado en el consumismo, la banalidad y la frivolización social, que exacerba el individualismo, donde las fuentes de ganancias y apropiación de los patrimonios y recursos naturales y económicos no tiene límites: invasión de países con potencialidades económicas, especialmente en recursos no renovables (minería, forestal, agua, biodiversidad), dominio o desintegración de bloques regionales independientes que no sirven a sus propósitos, bajo la escusa de combatir al “narcoterrorimo” como es el caso de UNASUR, utilizando países vasallos y entreguistas como: Colombia, Perú, Panamá.

INDO LATINOAMERICA, PATRIA GRANDE, forjada por los libertarios indígenas y sus pueblos: TUPAC AMARU, BARTOLINA SISA, JUANA AZURDUY, JOSE DE SAN MARTIN, MARIANO MORENO, SIMON BOLIVAR, BENITO JAUREZ, JOSE ARTIGAS Y EL GRAN COMANDANTE ANDRES GUACURARI, entre otros, que la historia oficial  ha ocultado, confronta ideológicamente, políticamente y culturalmente el modelo COLONIALISTA VIGENTE, para sostener  la necesidad de seguir trabajando como sujetos personales y colectivos por la SOBERANIA DE LOS PUEBLOS LIBRES.

Para visualizar o artigo na íntegra click no link abaixo:

NACION MBYA Y BICENTENARIO

17
Sep

Etnias Pampeanas – Charruas e Minuanos

Por: Pablo Rodrigues Dobke
Acadêmico do curso de Bacharelado em História/UFPel.

Os índios Pampeanos eram organizações de caçadores coletores com um vínculo de identidade entre si, que na maior parte delas, era denominada pelo ramo lingüístico Quíchua (ou Quéchua). Esses índios viviam no que hoje conhecemos como a República Oriental do Uruguai, parte do Pampa e do Chaco Argentino e o extremo sul do Brasil, onde hoje é o estado do Rio Grande do Sul. Daremos mais destaque as etnias Charrua e Minuano pela sua proximidade com a cultura platina, pelo mistério que ainda as envolve, e por influenciar na origem dos mais diversos costumes do povo Gaúcho.

Características gerais dos grupos:

Pelos poucos registros que restam, sabe-se que os Charruas eram uma etnia voltada a caça e a guerra, eram exímios cavaleiros, hábito que aprenderam tardiamente com os espanhóis. Não possuíam um chefe específico, respeitavam o mais idoso da tribo pelo seu conhecimento e vivência, assim que esse idoso viesse a falecer, seria eleito um outro. Quem fazia essa eleição eram os filhos do antigo cacique.

Os charruas tinham uma estatura média de 1,68m a 1,70m, apresentavam um rosto sisudo, com olhar bravo e valente, alguns possuíam barba para mostrar mais virilidade. As mulheres traziam adornos de pedras aos cabelos, mediam em média 1,65m e apresentavam um corpo robusto, provavelmente devido a força braçal de trabalho.

Os Minuanos igualmente aos Charruas eram grupos de caçadores coletores também voltados à caça de aves e animais silvestres, foi dos Minuanos que se tem o registro do uso das boleadeiras para a caça do avestruz. Os grupos Minuanos eram constituídos por associações de famílias e as decisões tribais eram feitas por um conselho de homens que tinham um poder relativo ao do cacique. Hoje em dia existem estudos que nos indicam um forte laço entre Charruas e Minuanos, acreditando que essa segunda etnia seria provida da primeira, essas indicações são baseadas nas inúmeras semelhanças apresentadas pelas duas etnias, tanto no que se refere a sua vestimenta, quanto a aparência, hábitos alimentares e rituais.

Crenças e rituais:

Dos charruas e minuanos no que se refere à mitologia e rituais, não se tem muita informação, o que se sabe é que para debelar ou aliviar as doenças, os Charruas em particular, mantinham a pratica da medicina caseira. Essa atividade era exercida tanto por homens como por mulheres, no entanto há relatos que dizem que essa é uma atribuição apenas das mulheres mais velhas (BECKER, 2002). O procedimento era: “chupar com muita força o estômago do paciente, assim extraindo-se o mal”, usavam também cinzas quentes nos doentes, como meio de cura. Podemos ter essas praticas, como sendo da ordem de um ritual, devido às características desses procedimentos, onde no caso da doença, estaria dada a descontinuidade em um determinado individuo, ou no caso de uma “peste” ou epidemia, em um grupo maior. Este ritual serviria exatamente ao propósito de voltar à continuidade, a saúde.

Quanto aos mortos, às poucas fontes falam acerca de “cemitérios”, que eram feitos geralmente em morros, fazia-se um buraco com pouca profundidade, onde colocavam o cadáver, depois cobrindo-o com pedras, terra ou galhos. Acima vinham os possíveis pertences dos defuntos, como as boleadeiras. A lança era cravada ao lado da “sepultura”, e o cavalo atado a uma estaca. O cavalo e os pertences eram deixados ali, simbolizando sua crença na vida após a morte, pois serviam para a viajem que o individuo iria empreender. Os mortos também passavam por um processo, em que o corpo era desossado, podendo se pensar em um sepultamento primário. O luto tem aspectos singulares nessas sociedades. Quando é morto o pai, o líder da família, os filhos, a viúva e as irmãs casadas, cortam um de seus dedos por cada defunto, começando pelo dedo mindinho. Cravavam-se a lança ou a faca de cana do morto, pelos braços peito e costas, como também ficavam por dois dias sem comer como forma de luto. O luto não era praticado pelo homem nem quando sua mulher, nem quando seus filhos morriam. Entre os Minuanos o luto era praticado pelas filhas adultas, pela morte de quem as criou, devido à entrega dos filhos nessas populações, após alguns anos de vida, a outro parente. E os homens ao invés de se cravarem a lança ou a faca, o faziam com espinhos de peixes. Suas cerimônias traziam sempre a mutilação dos sobreviventes (BECKER, 2002).

Alguns cronistas afirmam que eles não tinham religião, não podemos assegurar que tinham devido à escassez das fontes, no entanto essa crença na vida após a morte simboliza sua fé em alguma força maior, parece também que acreditavam em ressurreição da alma e em sua imortalidade (SERRANO apud BECKER, 2002). Outro fator que pode influenciar nessa hipótese e desconstruir esta imagem pré-concebida são as chamadas bebedeiras, que podem ser consideradas cerimônias religiosas, onde evocavam um ser superior, que era chamado por alguns jesuítas de “Diabo”. Além dessa “divindade” acreditavam na existência de um espírito maléfico ao qual atribuíam todas as doenças e desastres, este era denominado Gualiche. O ser superior das bebedeiras e Gualiche representariam os não-humanos dessa sociedade. Havia também feiticeiros, que agiam sobre as forças da natureza, faziam chover, provocavam tormentas, despertavam a ira das feras e faziam transbordar arroios e rios (SERRANO apud BECKER, 2002).

Conclusão

Ainda hoje é muito difícil fazer uma analise mais profunda sobre as etnias Pampeanas e mesmo pelo pouco material deixado por esses antigos habitantes dos campos sulinos, podemos observar que muitos traços de sua cultura ainda permanecem vivos nos costumes do gaúcho, como os próprios adornos da vestimenta usados até hoje, como a Palla, o Chiripá, as malas de garupa, além dos hábitos alimentares, como o de comer carne assada, reunir-se a beira do fogo de chão sentado nos calcanhares, o respeito pelo idoso (assemelhando-se ao costume Charrua de eleger o mais velho como chefe). O caráter honroso e guerreiro, dessas populações, foi o principal forjador da identidade do homem do pampa. Sendo por isso, digno de mais pesquisas e estudos, para que possamos ressaltar essas etnias “madres” dos povos meridionais da América do Sul.

13
Sep

A inegável face indígena do povo pelotense – Antes a chamada civilização ser instalada, índios guaranis já habitavam Pelotas

Por: Francisco Lima

Pelotas

Embaixo de nossos pés existem diversas provas de que a história brasileira não se resume à chegada das civilizações européias. Colonizações alemã, italiana, espanhola e, principalmente, portuguesa marcaram nossa arquitetura e nossos modos e costumes dando início a um desenvolvimento muito forte em termos de civilização (do modo eurocêntrico do conceito).

Para se imporem, suprimiram outras diversas manifestações presentes na região, como é o caso dos povos indígenas guarani que, ao contrário do que comumente se pensa, habitavam as terras onde hoje situa-se Pelotas antes de qualquer homem branco pôr seus pés em solo brasileiro e, mais especificamente, gaúcho.

Pelotas, segundo afirma o mestrando em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (USP), Aluísio Alves, tem origens policulturais. Colonizadores, negros escravos e indígenas formam a miscigenação étnica do povo local. Mas, os registros históricos não apontam de maneira clara como os índios guaranis, especificamente, foram incorporados à população atual. “A arqueologia serve para isso”, disse o arqueólogo.

O objetivo principal do trabalho de escavação realizado atualmente no Totó, próximo à Colônia Z-3, com financiamento do Fundo Municipal do Meio Ambiente, é observar como funcionava a habitação desses povos e levantar mais detalhes a respeito de sua distribuição espacial. Responsável pela pesquisa, Alves ressalta que o termo guarani engloba genericamente inúmeras parcialidades étnicas. Essa diversidade também será avaliada com o trabalho realizado na região desde o dia 31 de abril deste ano – e que pretende se estender por pelo menos ainda mais um mês.

Sítio

O sítio arqueológico do Totó foi originalmente descoberto na década de 60 pelo Programa Nacional de Pesquisa Arqueólogica (Pronapa). Em 2002, foi resgatado pelo Projeto de Mapeamento Arqueológico de Pelotas e Região (PMAPR) desenvolvido pelo Laboratório de Ensino e Pesquisa em Antropologia da Universidade Federal de Pelotas (Leparq/UFPel), sob coordenação do professor Fábio Cerqueira. O espaço onde são feitas as escavações atuais está localizado sob mata de restinga, às margens da Lagoa dos Patos.

Em 2007, data dos primeiros trabalhos de pesquisa realizados no local, fora identificada e escavada uma urna funerária. O material coletado foi datado em carbono 14 e identificou o período de ocupação no intervalo entre os anos de 1390 e 1440 depois de Cristo (d. C.), cerca de 600 anos antes de nossa época. No entanto, Alves afirma que a região pode ter sido ocupada em diferentes momentos.

Cada camada de terra, escavada representa uma época, porque as ocupações posteriores vão se sobrepondo às primeiras. Teoricamente, quanto mais interno, mais antigo é o material coletado.

Os pontos de terra preta encontrados delimitam as áreas com vestígios históricos porque é onde houve acúmulo de matéria orgânica – seja de restos de comida em decomposição ou das próprias residências que desmoronavam ao longo dos anos devido ao abandono.

Descobertas

Esses pontos de terra negra foram responsáveis pela identificação de diversos outros locais com vestígios das culturas indígenas. Quando no aterro da estrada que corta o Totó, o uso das máquinas desenterrou o passado através de pequenos fragmentos de cerâmica e apontou a realidade: o sítio arqueológico é maior do que se pensava.

Alves comenta que nem todos os pontos necessariamente são da mesma época, embora acredite numa ocupação litorânea prolongada e densamente povoada, por um vasto período. E, ao que tudo indica, os principais focos desse povo encontram-se bem preservados justamente abaixo dessa estrada que liga a Colônia Z-3 à cidade. “É a parte mais interessante para trabalharmos”, afirmou o mestrando.

A partir dos fragmentos coletados até o momento – estima-se mais de mil – pôde-se afirmar que esses povos eram horticultores, ou seja, já plantavam parte do que consumiam. A pesca é outra realidade identificada pelos fragmentos de ossos de peixes encontrados no sítio, como corvinas, bagres e miraguaias – esta presente hoje apenas no estuário de Rio Grande.

Pedaços de utensílios diários também demonstram a integração entre os povos da época. Como não conheciam o metal, grande parte das ferramentas era confeccionada em cerâmica ou material lítico (rochas e minerais). Certas matérias-primas encontradas na escavação – como a calcedônia – no entanto, não são originais desta região. Fato que comprova a realização de trocas em locais distantes até 200 quilômetros de aldeia.

Trabalho de mais de 15 pessoas

O levantamento feito até o momento é resultado de um trabalho conjunto entre 18 profissionais. De acordo com Alves a cultura da arqueologia brasileira não costuma trabalhar de forma multidisciplinar com outras áreas do conhecimento. Por esse motivo, a escavação realizada na região é pioneira em nível nacional. São profissionais da área da Arqueologia em constante troca com especialistas da conservação, da biologia, da restauração, da antropologia e da museologia.

O espaço também serve como laboratório para os estudantes. Já participaram alunos dos cursos de Museologia, História, Geografia, Conservação e Restauro e do Instituto de Ciências Humanas da UFPel, de Arqueologia da Universidade Federal de Rio Grande (Furg) e do Programa de Arqueologia Subacuática (PAS) da Universidade de La República de Uruguay. Fato que contribui para a pluralidade de interpretações a respeito dos achados. “Arqueologia não tem como dar conta de todas as áreas necessárias. Alguns conflitos surgem, mas temos que debater. Esse é o grande desafio”, comenta Alves.

Segundo o professor do curso de Conservação e Restauro, Jaime Mujica, a proposta do trabalho também é desenvolver uma metodologia minuciosa para ser utilizada nas próximas escavações. Sua função é conservar os materiais que, logo após retirados do solo, sofrem rápida deterioração pelas diferentes  condições de temperatura e pressão.

Na coleta são utilizados diversos produtos químicos que impedem o objeto de se desintegrar. Esse processo de conservação chama-se in situ (no local). Os registros são feitos em uma ficha, que especifica detalhes a respeito de cada fragmento. Isso é relevante porque quando os cacos de cerâmica, por exemplo, forem identificados como de um mesmo objeto, então é feita uma colagem. “Mas é importante também termos produtos químicos reversíveis caso os arqueólogos precisem desmontar para análise”, disse Mujica.

Os museólogos, por sua vez, têm a responsabilidade de gerenciar essas informações e viabilizar de que forma o conhecimento chegará às pessoas. É a chamada “patrimonialização”, ou seja, a montagem do acervo. Os sítios arqueológicos, assim como o petróleo, fazem parte da União e, portanto, são bens públicos. “Deve-se ter um retorno social”, disse Aluísio. O museu arqueológico pelotense será montado futuramente na parte detrás do Casarão oito.

Tecnologia em nome da pesquisa

A montagem também pode ser feita através do computador. O fragmento de borda de apenas um recipiente já é suficiente para a total reconstrução gráfica do objeto. E, a partir do tamanho, é possível então definir a finalidade desse objeto. Todo esse levantamento ajuda o arqueólogo a interpretar o tamanho da aldeia e o tempo de ocupação. “Quando menores os potes coletivos, menores os grupos. Acampamentos teriam apenas potes utilitários porque ficaria inviável carregar grandes objetos”, afirma.

Mas a pesquisa ainda é complexa. Para se apontar os fatos com propriedade é necessário registrar um grande número de informações. Existem diferentes variáveis que podem confundir o trabalho. A datação das peças só pode ser realizada nos Estados Unidos e, portanto, é bastante cara. Por isso, só é solicitada quando há fortes indícios de que se trata realmente de material pré-histórico.

A identificação do período de ocupação nessa escavação será feita apenas ao final da pesquisa. Haverá coleta de material do início e do fim das camadas escavadas a fim de analisar se houve diferentes períodos de habitação. A interpretação de uma longa permanência no local é concluída pela própria existência dos materiais. “Se fosse um grupo em movimento, ficariam poucos registros. Para ter algo é porque devem ter ficado aqui por bastante tempo”, completou Aluísio.

Espaço

Desde 2002, quando o projeto de mapeamento iniciou, já foram identificados mais de 40 sítios pré-históricos em Pelotas. “Se sairmos a campo continuamente, subirá para uma centena certamente”, opinou Alves. Outra hipótese que ainda será avaliada é a possibilidade de os três sítios identificados na região do Totó serem parte de uma única aldeia. “As vezes surgem mais dúvidas do que respostas. É um trabalho para uma vida inteira”, finalizou.

História

De acordo com o professor Fábio Cerqueira o que aconteceu com os índios que habitavam a região é um desafio para a pesquisa. Os registros tendem a suprimir esse aspecto da história, mas indícios apontam que os indígenas coabitavam com a civilização pelotense até pouco tempo atrás. “O contato de Pelotas com o índio é uma página que precisa ser reescrita na história”, disse.

Lagoa dos Patos e Serra dos Tapes identificam nomes de povos indígenas da região que, consequentemente, serviram de inspiração ao batismo dessas localidades. Esses grupos, de acordo com o professor, são os mesmos guaranis, mas por uma denominação etnográfica. As características principais que identificam esses povos são a riqueza da cerâmica. Os charruas e minuanos, ao que tudo indica, também viviam próximos, nos 18 pontos até então encontros no Pontal da Barra, no Laranjal.

Fonte: Jornal: Diário Popular- Pelotas – Domingo, 20 de junho de 2010

27
Aug

Grupos de estudos Pampa Ameríndia e Guarani Costeiro – UFPel

Os professores do colegiado de Antropologia convidam a todos os interessados para participarem dos grupos de estudos sobre etnias ameríndias.
Os encontros ocorrerão sempre as quintas-feiras, das 10 às 12 horas. A primeira reunião ocorrerá dia 09 de setembro, no ICH.
O primeiro abarcará leituras e discussões sobre Charrua, Minuano, Tapes, Guarani-missioneiro, Arachanes, etc. Por sua vez, o segundo terá textos sobre Guarani vinculados às bacias-hidrográficas.
Os organizadores dessa atividade são os professores Rogério Reus Gonçalves da Rosa, Lori Altmann e Claudio Baptista Carle.
Participem!