Categoria ‘NETA/UFPel’ Antropologia

21
Jan

Grupo de estudos “GRANDES AUTORES”: Encontrando PIERRE CLASTRES

O Núcleo de Etnologia Ameríndia da UFPel inicia seus estudos de grandes autores por uma série de encontros dedicada a alguns dos principais temas etnológicos, políticos e filosóficos da obra de Clastres. O grupo de estudos se propõe a ser uma breve introdução ao universo conceitual e interpretativo do autor. Por isso, os encontros são baseados em textos escolhidos de fácil acesso, todos já publicados em língua portuguesa.

Cada capítulo, artigo ou ensaio cuja leitura é proposta, será apresentado e debatido, em ambiente dialógico e aberto a testemunhos pessoais e outras reflexões, por vezes, com o auxílio de bibliografia complementar. Os três últimos encontros serão semanais, às quartas-feiras, entre 14 e 16 horas, na sala do NETA, terceiro andar do Campus 1 do ICH-UFPel, à Rua Alberto Rosa, 156.

A participação nestes encontros não requer a leitura dos textos anteriores.

22 de janeiro de 2014
horário: 14:00-16:00, local: ICH, Campus 1, sala do NETA
pauta:
–abertura e informes
–atividade: a servidão voluntária 1
Leitura básica: CLASTRES, Pierre. Liberdade, mau encontro, inominável. In: Discurso da Servidão Voluntária (trad.: Laymert G. dos Santos, transcrição de Charles Teste). São Paulo: Brasiliense, 1999, p. 109-123.

5 de fevereiro de 2014
horário: 14:00-16:00, local: ICH, Campus 1, sala do NETA
pauta:
–abertura e informes
–atividade: a servidão voluntária 2
Leitura básica: CHAUÍ, Marilena. Contra o Um, contra o Estado: o contradiscurso de Clastres e de La Boétie. In: SANTIAGO, Homero (org.) Marilena Chauí contra a servidão voluntária (escritos de Marilena Chauí, volume 1). Belo Horizonte e São Paulo: Autêntica e Fundação Perseu Abramo, 2013, p. 137-156.

12 de fevereiro de 2014
horário: 14:00-16:00, local: ICH, Campus 1, sala do NETA
pauta:
–abertura e informes
–atividade: diálogo sobre a trajetória do grupo de estudos
SEMINÁRIO DE ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES DO GRUPO DE ESTUDOS
“Encontrando Pierre Clastres”.

9
Jan

Núcleo de Etnologia Ameríndia (NETA) – Grupo de estudos “Grandes autores” : Encontrando PIERRE CLASTRES

pierre-clastres

Imagem de: http://artilleriainmanente.blogspot.com.br

Tendo em vista o crescente interesse pela obra de Pierre Clastres nos últimos anos —resultante em dois grande colóquios internacionais no ano de 2009 (um em Paris, outro em São Paulo), e numa profusão de estudos ainda mais recentes envolvendo a abordagem clastrista —, o Núcleo de Etnologia Ameríndia da UFPel inicia seus estudos de grandes autores por uma série de encontros dedicada a alguns dos principais temas etnológicos, políticos e filosóficos da obra de Clastres.

O grupo de estudos se propõe a ser uma breve introdução ao universo conceitual e interpretativo do autor. Por isso, os encontros são baseados em textos escolhidos de fácil acesso, todos já publicados em língua portuguesa. Cada capítulo, artigo ou ensaio cuja leitura é proposta, será apresentado e debatido, em ambiente dialógico e aberto a testemunhos pessoais e outras reflexões, por vezes, com o auxílio de bibliografia complementar.

A comunidade universitária da UFPel e de outras instituições de ensino superior, bem como toda a diversidade de demais interessados (estudiosos independentes, integrantes de movimentos sociais, estudantes secundaristas, professores, aposentados, etc.) estão convidados a participar.

Dois encontros ocorridos em 2012 permitiram reavaliar o plano de atividades e adequá-lo às necessidades, à disponibilidade e aos interesses dos diferentes participantes.

Att.

Prof. Rogério Reus
Bacharelado de Antropologia /UFPel
Coordenador do NETA – Núcleo de Etnologia Ameríndia/UFPel

22
Dec

Bicicletas de Nhanderú

Por: Cátia Simone da Silva

bicicleta
É um documentário que entra na cosmologia, no modo de viver e pensar dos mbya-guarani da Aldeia Tekoa Koénju, localizada nas Missões do Rio Grande do Sul, no Brasil. Precisamente em São Miguel, cidade que faz parte dos Sete Povos das Missões. Onde através do projeto Vídeo nas Aldeias, Ariel Ortega, cineasta e cacique indígena produziu o documentário intitulado “Bicicletas dos Deuses”.

Em 2010 estive visitando esta região com um projeto de extensão de ensino da UFPel/RS,  onde eu, alguns colegas e professores, podemos conhecer dois sítios arqueológicos, as ruínas de São João Batista e a de São Miguel Arcanjo, além da Aldeia Tekoa Koénju. Caso queiram saber mais sobre estas visitas, acessem o meu diário de campo da viagem a São Miguel das Missões.

Na história de vida dos mbyas apresentada no vídeo, com narrativas mitológicas, podemos notar discursos com a necessidade de protegerem-se dos brancos desde de criança, os conflitos com a territorialidade, e conversas de homens com deuses salientando-se a elevada espiritualidade dos mbyas. Onde os  célebres textos de Levi-Strauss, “Mito e Significado”, “Antropologia Estrutural Dois”, “O Cru e o Cozido”,  nos dão os conceitos pertinentes para podermos entender este modo especial de ver o mundo, tão próprio dos ameríndios e outros povos tradicionais.

Além destes traços marcantes das culturas indígenas, onde encontramos as narrativas mitológicas evocando deuses para entender os fenômenos da natureza, como o mito do início do filme onde Tupã, Deus guarani criou tudo que existe no mundo apartir de uma unidade. Também podemos perceber a importância do sentido coletivo, as relações de parentesco, afinidade e reciprocidade explícitas nos comportamentos e também os conflitos de territorialidade ficam evidentes, narrados pelos meninos mbyas.

Para o Karaí, talvez nenhum guarani tenha alcançado a Terra Sem Males, porque é muito difícil um ser humano não ter imperfeições e que “cada pessoa é como uma bicicleta dos deuses”, porque ele diz que os espíritos bons lançam pensamentos e então as palavras são pronunciadas sem que a pessoa perceba.

A cultura material pode ser percebida nas construções das casas, nos artesanatos decorativos e ornamentais entre eles temos as cestas para colocar roupa, confeccionada com a lâmina da taquara, além de colares e pulseiras produzidas com sementes.

Entre outras heranças culturais dos mbyas-guaranis podemos encontrar a confecção de violinos, um dos instrumentos musicais utilizados pelos mbyas, também a arte do entalhe em madeira entre outras, que segundo Arnaldo Bruxel, foram aptidões produzidas nas reduções jesuíticas, então podemos verificar que os saberes tradicionais foram transmitidos por gerações, manifestam-se nos dias atuais, sendo uma herança cultural guarani-missioneira.

Para você ver o filme na íntegra clique no link abaixo:
http://lugardoreal.com/video/bicicletas-de-nhanderu/

Vídeo enviado pelo Prof. Dr. Rogério Réus
Coordenador do NETA/Núcleo de Etnologia Ameríndia/UFPel
Vice-Coordenador do NECO/Núcleo de Estudos sobre Populações Costeiras Tradicionais/FURG

11
Jun

Pescadores da Z3 embarcados na 4a. Seção da Barra

Ontem tive o prazer de conhecer quatro pescadores que trabalham na 4a. Seção da Barra em Rio Grande, ao Sul do Rio Grande do Sul, conhecida como Z1. O Edmilson ou “Piu” para os mais íntimos, seu primo Roger, Michel e Raone, são todos filhos de pescadores da colônia Z3 de Pelotas, onde residem. Aprenderam a profissão com os pais, pois desde meninos vendo e auxiliando-os adquiriram o “saber fazer” e passaram a adotar como seu trabalho e sua profissão, onde hoje retiram o sustento para a família. Roger disse que as dificuldades da vida também foram uma forma de encaixá-los nesta profissão tão digna, mas também perigosa.

Os pais  por terem mais idade pescam nas proximidades da colônia Z3, saem para o oceano, mas no entanto não permanecem muitos dias e podem retornar para casa quando quiserem, diferentemente dos filhos que precisam ficar dias pescando em alto mar. Conversando com os interlocutores, pude perceber que existem relações de parentesco, afinidade e solidariedade em que Adomilli (2007) chama de “relações de aliança simbólica de parentesco”, tanto em terra quanto no mar e que estabelece uma certa harmonia principalmente quando se trata de embarcados e precisam ficar muitos dias navegando.

A partir da noção de cultura como sendo organismos sociais, cristais semióticos, micromundos, trazida pelo antropólogo americano Clifford Geertz (2001, p. 218), pude perceber que Roger trazia um barco feito a mão e este signo me remeteu a semiótica de Peirce (1997, p. 66), sendo este objeto um ícone, símbolo e ao mesmo tempo um índice de que eles poderiam ser ou ter ligações com pescadores. O barco foi feito pelo artesão Languer da Z1 de Rio Grande, intitulado “Águia”, uma réplica feita de isopor rica em detalhes, com gabine, redes, bóias e todo pintado, uma miniatura de um barco utilizado pelos pescadores desta colônia. Disseram que Languer é muito conhecido na Z1 e produz qualquer modelo, é só escolher e ele faz com todas as semelhanças.

Roger é o cozinheiro da tripulação, mas também auxilia na pesca,  disse-me que vivem mais no alto mar do que em terra, pois dos treze dias pescando no oceano, apenas dois ou três ficam em casa. Esta dualidade entre viver no mar e na terra não é fácil, sem constrangimento falou que as vezes tem vontade de chorar, não disse o porque, mas estudos como de Adomilli (2007) revelam que esses homens sentem saudades de suas famílias, além do próprio desconforto de não saber o que está se passando em terra, também há os riscos de vida, todos falaram sobre uma tempestade que surpreendeu-os no Chuí, local onde pescam, próximo ao Uruguai, a forma como narraram ficou explícito o medo das forças na natureza sobre eles.

Edmilson e o Michel cuidam da conservação dos peixes, Raoni falou que no momento estão capturando o pescado numa localização em alto mar no Chuí, antes de Ermenegildo e fronteira com o Uruguai. A preocupação com os conflitos da territorialidade foi narrada dizendo “não podemos passar para o lado do Uruguai senão a bala pega”.

pescado
Foto do pescado

Apesar das dificuldades que enfrentam devido a mobilidade e desconfortos relativos ao trabalho no mar, são orgulhosos do que fazem pois aliam  trabalho e reciprocidade dentro de um ambiente de amizade, incluído por vínculos de parentesco, além de carregarem consigo os saberes tradicionais de sua herança familiar.

Por: Cátia Simone da Silva
Discente Bacharelado em Antropologia /UFPel
Integrante do NETA – Núcleo de Etnologia Ameríndia/ UFPel
e NECO – Núcleo de Estudos sobre Populações Costeiras Tradicionais/FURG

Referências bibliográficas:
ADOMILLI, Gianpaolo. “Terra e Mar, do viver e do trabalhar na pesca marítima. Tempo, espaço e ambiente junto a pescadores de São José do Norte – RS”, 2007.
PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica: Ícone, Índice e Símbolo. São Paulo: Editora Perspectiva S. A., 1977. [p. 63-76]
GEERTZ, Clifford. O mundo em pedaços: cultura e política no fim do século. In: Nova Luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. Capítulo 11, p. 191- 228.

26
Jan

Xingu: O sangue da nossa sobrevivência Parte I

Segue o vídeo sobre a experiência que os filhos da floresta estão passando com a ameaça do capitalismo invadindo as suas terras, o documentário demonstra a luta e a resistência dos povos tradicionais: ameríndios, ribeirinhos, pescadores e a população da cidade de Altamira para defender o seu terrirório, a sua vida e o rio Xingu que nasce no Estado vizinho do Mato Grosso e é uma das maiores bacia amazônica.

Na localidade o governo Federal pretendia executar um grandioso projeto, barrar o Rio Xingu e construir cinco hidrelétricas, dessas cinco devido aos protestos dos indígenas e ambientalistas, o governo baixou uma portaria para a construção de apenas uma, a Usina Belo Monte, ela seria construída no estado do Pará, no norte do Brasil. No entanto, a idéia de construir apenas uma não procede, pois em nenhum rio existe somente uma hidréletrica,  na sequência lógica é necessário outras represando o rio, o que irá ocasionar uma verdadeira catástrofe socio-ambiental. As várias etnias indígenas e outros povos tradicionais que ali vivem seriam seriamente prejudicados, sem esquecermos da fauna e a flora ali existentes, além de que 1/3 da cidade de Altamira ficaria submersa.

A população está mobilizada contra a construção da Usina Belo Monte, Moisés Ribeiro, coordenador nacional da MAB comenta que “a construção tem um único objetivo: atender as grandes empresas capitalistas que cada vez mais estão entrando na Amazônia para retirar os recursos naturais que ainda temos aqui nessa região”.

Podemos observar as consequências caso aconteça as construções das usinas, nos comentários de moradores como no caso do sr. Valdir atingido pela UHE Tucurí, no Rio Tocantis/PA que diz “quando represeou a água do Rio Tucurí é que criaram várias espécies de mosquitos diferentes, e uma dessas espécies de mosquito mordeu o meu filho de tardezinha tomando banho e no outro dia ele amanheceu morto, dessa mesma forma 12 crianças morreram, desse mesmo jeito”. Outro morador, o sr. Francisco Gomes Neto, ribeirinho da Comunidade São Raimundo Nonato, mostra no seu pomar os pés de laranja, tangerina, goiaba, limão e cacau os quais seriam inundados pelas águas represadas.

Até quando as populações brasileiras terão os seus direitos violados, direitos estabelecidos na Constituição Federal, até existirem governantes e empresários preocupados com a sociedade e o meio ambiente, até lá, resta a essas populações unirem-se e através das mobilizações tentarem impor o que é seu direito legítimo, não ficando parados aguardando as decisões coercitivas de alguns homens gananciosos.

O vídeo está disponível no link abaixo
http://www.youtube.com/watch?v=jgEcU5N_VSk&feature=player_embedded

Por Cátia Simone da Silva
Discente em Bacharelado de Antropologia Social

Vídeo enviado por Stella Pieve – Bióloga/Núcleo de Estudos sobre Populações Costeiras Tradicionais/FURG

9
Dec

A visita dos mbyá guarani Lorenzo e Santa do Tekoa Kapi’i Ovy ao NETA/UFPel

O NETA Núcleo de Etnologia Ameríndia da UFPel em sua programação atual de estudos voltada para os guaranis-missioneiros e aos tapes, teve o prazer de receber a visita dos mbyás Lorenzo Benites e sua família na reunião de hoje,  9 de dezembro, observando a questão de gênero, uma característica da cultura guarani onde fica legado ao homen a oratória e a mulher cuidar das crianças e vender os artesanatos, o Sr. Lorenzo iniciou contando-nos que seus pais eram naturais da Argentina e migraram para o Brasil,  ele nasceu em Caçapava do Sul, também morou na Aldeia Canta Galo em Porto Alegre e esteve acampado na ponte do Retiro, ver foto abaixo, ali ele confeccionava e vendia artesanato na beira da estrada.

Ponte Retiro

Neste local recebeu a visita de uma assistente social, onde pediu a ela um lugar para morar, foi assim que eles foram para a Aldeia Tekoa Kapi’i Ovy (Capim verde), localizada na Colonia Maciel em Pelotas/RS.  O Sr. Lorenzo disse com sentimento “eu não quero mais viver na beira da estrada, agora estou feliz, plantando para o sustento da família e criando os meus filhos”.

Esta aldeia pertence aos mbyas-guaranis a 30 anos, a mobilidade características deste povo fez com que a Tekoa fosse habitada e desocupada várias vezes, no entanto essa família está fazendo dela o seu lar, ocupando-a  há três anos e meio, onde manifestam o desejo de não sair, comentando com felicidade que em janeiro mais duas famílias irão integrar-se ao grupo.

Contou que quando chegaram na aldeia só havia uma casa pequena, não possuia energia elétrica e até o presente a água é de poço. No entanto com as suas economias e auxílios conseguiram aumentar a casa, colocar energia elétrica. Também estão fazendo um pomar de frutas cítricas e parreiras, com simplicidade e alegria relatou que este ano suas parreiras vão produzir uvas, os enxertos são doações do padre Capone, da Igreja Santana da Colônia Maciel,  relatou com tristeza que pediu enxertos para a prefeitura de Pelotas, mas não foi atendido.

A agricultura é uma herança guarani, e na aldeia “Capim Verde” plantam feijão, milho, aipim, batata-doce, as sementes  são guardadas de um ano para o outro ou quando precisam, compram sementes na cidade. No momento não possuem criação de animais, pois um gambá comeu uma ninhada de pintinhos.

O casal possui 6 filhos, quatro meninas e dois meninos, o Sr. Lorenzo falou do desejo de ver as filhas e filhos estudando pois no momento só o primogênito estuda. Todos os filhos falam o guarani, só o mais velho compreende e fala português e a professora bilingue está na escola somente no turno da noite, impossibilitando as crianças pequenas de frequentarem a escola, causando desta forma a falta de alfabetização, o que de forma indireta configura a infração por parte do Estado no Capítulo IV, Artigo 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente. O pai demostrou tristeza por não existir na escola uma professora que falasse a sua língua e também por condições próprias para a educação das crianças, como vestuário  e material escolar.

A subsistência da família vem do artesanato, confecção de colares de sementes, esculturas de madeiras e cestarias de lâmina de taquara, os preços variam de R$ 10,00 a R$ 30,00. A taquara é muito utilizada na confecção das cestarias, porém é escassa para eles, e por isso  está impossibilitando a construção da casa de reza (opy), onde a taquara é empregada na construção das paredes e do teto.

Dica: Clique aqui para visualizar o trabalho AS CRIANÇAS NA FAMÍLIA MBYA GUARANI – de Maria Heloisa Martins da Rosa apresentado no XIX CIC

Por: Cátia Simone Silva
Discente no Bacharelado em Antropologia Social – UFPel

15
Oct

NETA/UFPel convida

O grupo de estudos NETA/Núcleo de Etnologia Ameríndia da UFPel, convida toda a comunidade acadêmica a participar dos estudos sobre sociedades ameríndias. As reuniões acontecem na sala “C” do ICH, as 9:30h todas as quintas-feira. Neste semestre estão sendo abarcadas leituras e discussões sobre Charruas, Minuanos, Tapes, Guarani-missioneiro, Arachanes, etc. Por sua vez o segundo semestre terá textos sobre guarani vinculados as bacias hidrográficas.

Clique aqui para saber como foi o primeiro dia na I Semana dos Povos Indígenas FURG – Rio Grande, evento em que o NETA/UFPel participou.