Categoria ‘Quilombolas’ Antropologia

28
Dec

UFPel reserva vagas para indígenas e quilombolas em cursos de graduação

A Universidade Federal de Pelotas (UFPel), torna pública a realização do Processo Seletivo Específico para ingresso em 2016/1, destina à seleção específica de candidatos de COMUNIDADES QUILOMBOLAS E POVOS INDÍGENAS, para o provimento de 10 (dez) vagas em cursos de graduação presenciais oferecidos pela UFPel.

Para mais informações sobre os cursos e turno, por gentileza acesse aqui o edital.

30
Jun

Divulgação da Chamada Pública CNPq/MDA/SPM-PR No. 11/2014

Prezado(a) Professor(a),

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT), apoia o desenvolvimento sustentável dos territórios rurais a partir de três elementos fundamentais: o território (espaço e sociedade), a institucionalidade territorial (participação e representatividade) e a articulação de políticas públicas no território. Para tanto, os 239 territórios rurais homologados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (CONDRAF) foram orientados a constituírem uma nova institucionalidade, o Colegiado Territorial, constituído por organizações da sociedade civil e do poder público, sendo o espaço de diálogo e de integração de atores na realização da gestão social do desenvolvimento territorial.

Em 2013, o MDA firmou parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e 10 Universidades Públicas (federais e estaduais) e Institutos Federais em 8 Estados da Federação para a constituição de 56 Núcleos de Extensão em Desenvolvimento Territorial (NEDET) para desenvolver atividades de extensão e pesquisa em suporte aos Colegiados Territoriais, visando qualificar suas ações de planejamento, avaliação, assistência técnica e monitoramento.

Em 2014, há expectativa de firmarmos parcerias com outras instituições de ensino para a implementação de NEDETs na totalidade dos territórios rurais e territórios da cidadania que atualmente fazem parte do escopo da política de desenvolvimento territorial.

Neste sentido, contamos com colaboração desta instituição na divulgação da Chamada Pública CNPq/MDA/SPM-PR Nº 11/2014, vigente e em anexo, que trata do “Apoio à implantação e manutenção de Núcleos de Extensão em Desenvolvimento Territorial”.

Se houver necessidade de informações adicionais, estamos à disposição, sendo o ponto focal Dorotea Blos (dorotea.blos@mda.gov.br) no telefone (61)2020.0364.

Atenciosamente,

Betty Rocha
betty.rocha@mda.gov.br
(61) 2020 0355
(61) 9333-8928

Coordenação Geral de Monitoramento e Avaliação
Secretaria de Desenvolvimento Territorial

10
Apr

Produção de alimentos na comunidade Quilombolas dos Teixeiras

No interior do município de Mostardas, a Emater/RS-Ascar realiza um trabalho para melhorar as condições de trabalho e de vida das cerca de 100 famílias que integram a Associação Comunitária dos Quilombolas dos Teixeiras.

A Associação, fundada em 2006, tem o objetivo de buscar recursos para que a comunidade tenha condições de vida e de trabalho mais dignas. “A nossa fonte de renda é basicamente a agricultura, produzimos arroz, cebola, milho. Também são cultivados alimentos orgânicos que comercializamos na feira ecológica e existem dois grupos de artesanato vinculados à Associação”, explica o presidente da entidade, Márcio da Costa Carneiro.

Atualmente, as famílias da comunidade estão acessando projetos de habitação e conseguindo superar diversas dificuldades, como a inclusão no mercado para a comercialização dos alimentos produzidos. “Sabemos produzir, mas não sabemos comercializar. Agora estamos recebendo orientação e nos adequando a projetos, como o Programa Nacional da Alimentação Escolar. A Emater abriu nossos olhos para isso”, ressalta Carneiro.
No trabalho desenvolvido com a comunidade, os extensionistas da Emater/RS-Ascar utilizam recursos de iniciativas do governo federal e estadual, entre eles o Projeto RS Biodiversidade. A socióloga e antropóloga da Emater/RS-Ascar de Mostardas, Monica de Andrade Arnt, comenta que o trabalho com o projeto tem foco em duas ações: a primeira é capacitar os agricultores na produção de base ecológica, com ênfase na produção olerícola. Os recursos foram aplicados especialmente na instalação de estufas para a produção vegetal, que beneficiou aproximadamente 12 famílias. Também foram adquiridos insumos agroecológicos para a produção, como biofertilizantes, repelentes e inseticidas naturais.

“A produção ecológica é uma prática inerente a estas comunidades quilombolas. A maioria destes agricultores tem uma visão de mundo voltada para a produção de subsistência, sem a utilização de agrotóxicos. Com este incentivo, alguns quilombolas que ainda não eram acostumados com este tipo de produção também já estão aderindo e se mostram satisfeitos com os alimentos produzidos e a boa comercialização”, explica Monica.

Os agricultores beneficiados com as estufas realizam semanalmente uma feira na praça central do município, onde é comercializada uma grande variedade de alimentos. O segundo foco do trabalho com o projeto é relativo ao manejo de campo nativo, em áreas de produção de gado de corte. Aproximadamente 15 famílias estão sendo beneficiadas com a ação.

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Jornalista Gabriela Miranda
(51) 2125-3104
(51) 9918-6934

Fonte: http://www.emater.tche.br/site/noticias/noticia.php?id=19229

22
Jan

Divulgação do Blog do NECO – Estudos sobre Populações Costeiras e Saberes Tradicionais/FURG

Esta no ar o blog do NECO – Núcleo de estudos sobre populações costeiras e saberes tradicionais da FURG,  Rio Grande/RS.  O endereço é necofurg.wordpress.com, o mesmo tem o objetivo de divulgar eventos, livros e temas relativos a povos e coletivos costeiros.

O NECO possui um grupo de estudos e as reuniões acontecem a cada 15 dias, nas terças-feiras a partir das 18:30h até às 21:00h na FURG – Campus Carreiros em Rio Grande. As temáticas de estudos são trabalho, gênero, mitologia, conflitos sócioambientais entre outros temas, também articulando com autores que tratam sobre saberes tradicionais.

Trabalhando com a interdisciplinariedade, no grupo fazem-se presentes antropólogos, arqueólogos, historiadores, pedagogos, assistentes sociais, etnológos, ambientalistas…

Aos interessado(a)s e pesquisadore(a)s sobre as temáticas com grupos costeiros e comunidades tradicionais entre eles: pescadores artesanais, quilombolas, indígenas, pequenos produtores rurais… sejam bem vindos ao núcleo.

Cátia Simone da Silva

17
Dec

Contratação de antropólogo(a)

eco-dimensao

Prezado (a)

Estamos dando início ao novo processo seletivo para contratação de antropólogos(as) para trabalho no Estado do MA, em anexo, no edital, enviamos maiores informações. Pedimos que aqueles que tenha  interesse, se manifestem até 20/12, encaminhando currículo com contatos atualizados.

Precisamos também de assistentes na área de meio ambiente e para pesquisa documental, a preferência é para pessoas do Estado do MA.

As atividades tem previsão de início já no mês de janeiro/2013.

Atenciosamente, Anabel de Lima

ECODIMENSÃO – Meio Ambiente e Responsabilidade Social
contato@ecodimensao.com.br
www.ecodimensao.com.br

9
Aug

Justiça determina desocupação do Rio dos Macacos em até 15 dias

RIO DOS MACACOS
Quilombolas dizem que o lugar onde moram atualmente é o único com acesso ao rio

No dia 1º, Gilberto Carvalho, Secretário Geral da Presidência da República, e Celso Amorim, Ministro da Defesa, se reuniram para discutir o assunto, adiando a decisão final em busca de um acordo. Mas o juiz Evandro Reimão dos Reis pensou que o direito de acabar com o Quilombo a qualquer custo era dele! TP.

Da Redação Correio da BA

A Justiça Federal determinou a desocupação dos moradores do Quilombo Rio dos Macacos, localizado a poucos metros da Base Naval de Aratu, no município de Simões Filho, na Região Metropolitana. O terreno é alvo de disputa entre a Marinha do Brasil, que considera a terra de sua propriedade, e os quilombolas.

Em nota, a Defensoria Pública da União na Bahia informa que foi surpreendida com a decisão nesta terça-feira (7). A ordem é que a desocupação dos moradores seja feita no prazo de 15 dias, sob pena de retirada compulsória.

A decisão, que compreende dois dos três processos ligados ao caso, é do juiz Evandro Reimão dos Reis. O magistrado conservou a própria decisão liminar que, em novembro de 2010, determinou a desocupação da área.

O defensor Átila Dias informou que pretende recorrer contra a decisão perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) classificou Rio dos Macacos como área quilombola. Mas o governo federal ainda não autorizou a publicação, medida que daria valor legal ao relatório.

Realocação
Uma proposta em elaboração pelo governo cogita a realocação das famílias quilombolas para um terreno localizado a 500 metros do local. Esse é o principal ponto de divergência entre os moradores e o governo.

No último dia 1º, o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, se reuniu com o ministro da Defesa, Celso Amorim, para tratar do assunto. Ao final do encontro, Carvalho se disse confiante em um acordo.

“Nós estamos fazendo uma proposta para a população e esperamos que ela possa ser aceita”, disse ao comentar a contraproposta da Marinha em ceder parte da área que considera de sua propriedade para que os quilombolas possam ter uma entrada independente à região.

Desde 2010, a Marinha pretende ampliar as instalações da base, onde residem 450 famílias de militares.

Os quilombolas alegam que o lugar onde moram atualmente é o único com acesso ao rio, após a construção de uma barragem. De acordo com o advogado de defesa dos quilombolas, Maurício Correia, continua firme a posição da comunidade em permanecer no local. Ele informou que a posição é reforçada, principalmente, pelo relatório do Incra.

“A população se mantém firme na posição de não sair da área. Muitos têm umbigo enterrado nas mangueiras e o respeito à relação da comunidade com o local onde mora é previsto na Constituição”, disse o advogado à Agência Brasil.

“Além disso, o local onde atualmente se encontra a população é o único com acesso ao rio, desde que a  barragem foi construída. Sair da terra tradicionalmente sua também cria um precedente perigoso”, argumentou.

Fonte: http://racismoambiental.net.br/2012/08/urgente-justica-determina-desocupacao-do-rio-dos-macacos-em-ate-15-dias

Enviado pelo Prof. Dr. Rogério Reus
Coordenador do NETA – Núcleo de Etnologia Ameríndia/UFPel/RS

28
Jul

Feira de Sementes e Mudas dos Quilombos do Vale do Ribeira (SP)

Um projeto de Eventos por Instituto Socioambiental -ISA

Sobre o projeto

O que é a Feira?
É uma iniciativa do Instituto Socioambiental – ISA em parceria com as associações das comunidades quilombolas, EAACONE- Entidade de Articulação das Associações das Comunidades Negras do Vale do Ribeira, FACQUIVAR- Federação das Associações das Comunidades Quilombolas do Vale do Ribeira, ITESP- Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo, FF- Fundação Florestal do Est. SP, USP-Leste e Prefeituras de Eldorado, Iporanga, Apiai, Itaóca e Registro.

A feira de trocas de sementes e mudas visa reforçar a importância da roça na manutenção da cultura quilombola do Vale do Ribeira para garantir a segurança alimentar das comunidades envolvidas. Este evento mobiliza as comunidades, a população da cidade de Eldorado -SP e os convidados, resultando em troca de sementes, mudas e outros produtos tradicionais. O trabalho agrícola é a principal atividade produtiva nos quilombos do Vale do Ribeira. Empenhados em produzir alimento para o sustento das famílias, homens e mulheres cultivam arroz, feijão, milho, mandioca, cana, banana e uma variedade de outros tubérculos, verduras, hortaliças e frutas. O reconhecimento da importância das roças para a subsistência e segurança alimentar das comunidades quilombolas é notório e recorrente. A atividade de cultivo supõe um conjunto de relações, saberes e práticas que, ancorados em valores compartilhados, serve de base para a organização sociocultural quilombola. A roça é o centro deste sistema agrícola e por isso, se decai, leva consigo uma série de outros aspectos caros à manutenção do patrimônio cultural das comunidades quilombolas.
Antecede a Feira um Seminário, que terá como tema o papel da roça na segurança alimentar e na cultura quilombola, prevê a participação de cerca de 100 pessoas, representando as 25 comunidades presentes, instituições parceiras, outras comunidades tradicionais e gestores públicos. Espera-se do conjunto de relatos dos quilombolas uma discussão a respeito da questão das roças, inserção dos jovens nas atividades tradicionais e políticas públicas de valorização e conservação das roças e sementes.

Data e Local:
Seminário – Data: 17/08/2012
Feira – Data: 18/08/2012
Local: Praça Nossa Senhora da Guia no município de Eldorado, Vale do Ribeira (SP)
Durante a feira grupos culturais vindos das comunidades se apresentarão.

Você sabe o que é uma comunidade quilombola?
É uma comunidade negra rural habitada por descendentes de africanos escravizados, com laços de parentesco, que vivem da agricultura de subsistência, em terra doada, comprada ou secularmente ocupada por seus antepassados, os quais mantêm suas tradições culturais e as vivenciam no presente, como suas histórias e seu código de ética, que são transmitidos oralmente de geração a geração.

Por que precisamos da sua doação?
Para garantir a realização da V Feira de Trocas de Sementes e Mudas e o Seminário de trocas de experiência.
Durante 4 anos a feira foi realizada e os resultados obtidos foram positivos no sentido de garantir a segurança alimentar dessas comunidades, dada a importância queremos dar continuidade e realizar a V edição da feira para isso precisamos de você!

Ajude a realizar este evento, faça a sua doação!

Visite o nosso site: www.socioambiental.org

Enviado por: Maria Heloisa Martins da Rosa
Discente Bacharelado em Antropologia/UFPel

12
Oct

Exposição Amazônia Povos e Comunidades Tradicionais

exposicao-povos-tradicionais

O Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia (PNCSA) – CESTU – UEA está realizando a exposição denominada: Amazônia Povos e Comunidades Tradicionais no Centro de Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro no período de 14/10/11 a 02/11/11, das 08:00h às 17:00h com exposição de banners informativos sobre o projeto e produtos de pesquisas com povos e comunidades tradicionais da Amazônia como as Quebradeiras de coco babaçu, comunidades Quilombolas, comunidades Indígenas, Associações e Organizações de movimentos sociais.

Enviado pelo prof. Dr. Gianpaolo Adomilli
Coordenador do NECO – Núcleo de Estudos sobre Populações Costeiras e Saberes Tradicionais (FURG/RS)